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31 de jul. de 2008

Listão - Mês de Agosto - Parte I

Artigo Atualizado em: 16/08/2008

Muitas estréias nas primeiras semanas de agosto, mas poucas delas valem o dinheiro do ingresso. No mês que sucede as férias as opições são muitas para todos os gostos. Tem o novo filme da franquia da Múmia, o infantil dos gauleses, o novo filme do Eddie Murphy e até Zé do caixão. Confira:

A Múmia 3
Culpado: Rob Cohen
Cúmplices: Brendan Fraser, Jet Li, Maria Bello, Michelle Yeoh, John Hannah, Luke Ford
A História: Filme que completa a trilogia Blockbuster "A Múmia", novamente trazendo o explorador e caçador de problemas Rick O'Connell enfrentando uma grande aventura. Dessa vez ele está em viagem à China acompanhado do filho (já grande) Alex (Luke Ford), quando eles despertam a múmia de Han (Jet Li), o primeiro imperador de Quin. Trata-se de uma entidade que fora amaldiçoada pela bruxa Zijuan (Michelle Yeoh) milhares de anos atrás e agora ameaça transformar o mundo num abismo. À dupla juntam-se também a esposa de Rick, Evelyn (Maria Bello, no lugar de Rachel Weisz) e o irmão dela, Jonathan (John Hannah).
Porque Assistir: Se você gostou dos filmes anteriores, não pode perder esse. Mesmo que a história nunca saia do mesmo é sempre interessante (ou nem tanto) ver um exército controlado por uma múmia.
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Não recomendado para menores de 10 anos
Expectativa: 2/5

Asteríx

Culpado: Frédéric Forestier, Thomas Langmann
Cúmplices: Gérard Depardieu, Clovis Cornillac, Benoît Poelvoorde, Alain Delon, Vanessa Hessler, Franck Dubosc, José Garcia, Stéphane Rousseau, Jean-Pierre Cassel, Elie Semoun, Alexandre Astier, Éric Thomas¹, Dorothée Jemma, Sim, Adriana Karembeu
A História: Asterix e Obelix descobrem uma competição esportiva travada entre atletas gregos e romanos a cada quatro anos, as olimpíadas.
Porque NÃO assistir: Sinceramente... não vá ao cinema ver isso por favor! Nem leve seu(s) filho(s) o que você verá é mais um filme infantil que nem as crianças riem,
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Todos os públicos
Expectativa: 0/5

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Culpado: José Mojica Marins
Cúmplices: José Mojica Marins, Débora Muniz, Milhem Cortaz, Jece Valadão, Luís Melo, Rui Resende, José Celso Martinez Corrêa, Raymond Castile, Giulio Lopes, Eduardo Chagas
A História: De volta às ruas, Zé do Caixão está decidido a cumprir sua missão: encontrar uma mulher que possa gerar seu filho perfeito. Caminhando pela cidade de São Paulo ele enfrenta leis não naturais e crendices populares, deixando um rastro de sangue por onde passa.
Porque assistir: Marca a volta do diretor José Mojica Marins (Zé do Caixão) aos cinemas, após 40 anos afastado. “Encarnação do Demônio” já existe há 40 anos. Você nãp pode perder esse filme de forma alguma.
Quando Sai: Em cartaz
Quem pode ir ver: Não Recomendado para menores de 18 anos
Expectativa: 5/5

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Culpado: Brian Robbins
Cúmplices: Eddie Murphy, Elizabeth Banks, Gabrielle Union, Scott Caan, Ed Helms, Kevin Hart, Mike O'Malley, Pat Kilbane, Judah Friedlander, Marc Blucas
A História: Equipe de alienígenas miniaturas operam uma nave espacial que tem a forma de um humano. Enquanto tentam salvar seu planeta, surge um novo problema: a nave fica excitada com uma garota terrestre (Banks).
Porque NÃO assistir: Se você leu a sinopse acima já deve imaginar o quão será ridículo esse filme. Comédia Pastelão não me desse goela abaixo.
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Não recomendado para menores de 12 anos
Expectativa: 0/5

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Culpado: George Gallo
Cúmplices: Antonio Banderas, Meg Ryan, Colin Hanks, Selma Blair, Thomas Joseph Adams, Tom Adams, Aki Avni, Austin Barton, Barry Barton, Hannah Barton, John T. Billingsley, Dan Braverman, Dodie Brown, Edrick Browne, Michael Byrnes
A História: Jovem agente federal (Hanks) tem uma nova missão: espionar a própria mãe (Ryan) e o novo namorado dela (Banderas), ambos suspeitos de terem roubado um valioso anel.
Porque assistir: Atrai pelo elenco, principalmente, e a história é boa, não negue. Diferente. Ver o rosto lindo de Meg Ryan não é suficiente?
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Não recomendado para menores de 16 anos
Expectativa: 2/5

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Culpado: Jeff Wadlow
Cúmplices: Sean Faris, Amber Heard, Cam Gigandet, Evan Peters, Leslie Hope, Djimon Hounsou, Wyatt Smith, Affion Crockett, Neil Brown Jr., Lauren Leech, Tilky Jones, Steven Crowley, Tom Nowicki, David Zelon, Chris Lindsay
A História: Jake Tyler nunca vai atrás de problema, mas os problemas sempre o encontram, sobretudo desde que seus pais se separaram. Assim que se muda de sua tranqüila cidade em Iwoa para o agito de Orlando, Jake tem de enfrentar um terreno ainda mais problemático ao ser incluído em uma liga de luta underground – um tipo de clube de luta para adolescentes. Com a ajuda de seus novos amigos, Jake consegue sobreviver ao caos, mas assim que pensa estar em controle, seu mundo vira de ponta cabeça novamente devido a uma incansável campanha para levá-lo de volta ao ringue. Agora, com a segurança de sua família e seus amigos em jogo, Jake tem apenas uma opção: Não. Desistir. Nunca.
Porque assistir: O longa é uma espécie de “Velozes e Furiosos” só que pro lado da pancadaria, se você presa mais por porrada do que por roteiro, o filme é imperdível, pois o filme ganhou o MTV Movie Awards de melhor luta.
Quando Sai: Em Cartaz
Trailer: Alta Resolução (requer QuickTime)
Quem pode ir ver: Não recomendado para menores de 14 anos
Expectativa: 2/5

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Culpado: Alexander Pickl
Cúmplices: Thiago Martins, Luís Otávio Fernandes, Lui Mendes, Naima Santos, Gabriel Mattar, Arthur Bispo, Sandra Pera, Patukinha, Ralf Richter
A História: A cada dia de sua vida, Tiago (Thiago Martins) se vê confrontado com a violência completamente normal em sua favela na entrada da megacidade do Rio de Janeiro. Para o jovem de origem humilde, só existe um caminho imaginável: ele quer se tornar jogador de futebol profissional e possibilitar, dessa maneira, a si mesmo e à sua família uma vida melhor, longe das gangues, das drogas e da miséria. Embora ele seja o melhor jogador de bola de seu bairro e as chances de ser descoberto num treino de teste sejam muito boas, o caminho é cheio de empecilhos. Pois justamente Tubarão (Lui Mendes), o líder brutal da gangue mais poderosa da favela, se interessa pelo talento de Tiago e já conquistou o melhor amigo dele, Sabiá (Luís Otávio Fernandes), para trabalhar para ele como traficante. Quando Tiago ainda por cima se apaixona pela linda irmã de Tubarão, Juliana (Naima Santos), o caminho para sair do inferno parece ficar cada vez mais complicado...
Porque Assistir: É o primeiro longa-metragem do “expert” em clips, o alemão Alexander Pickl, leva o espectador para dentro do mundo brutal de um bairro brasileiro de miséria, onde uma vida vale menos do que um tostão. Em circunstâncias cheias de aventura e sempre perigosas, rodado com atores leigos, moradores do local em autênticas favelas diante da entrada do Rio de Janeiro, o filme de suspense com gangues violentas conta a história de um talento do futebol que busca por ascensão e que acaba entrando numa roda de fogo, com mortes e violência, correndo o risco de perder a sua alma e a sua inocência. Deixe o preconceito com filmes brasileiros de lado e vá assistir ao filme.
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Não recomendado para menores de 16 anos
Trailer:
Alta Resolução
Expectativa:
2/5


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Culpado: Dave Filoni
Cúmplices: Samuel L. Jackson, Grey DeLisle, Anthony Daniels, Matt Lanter, Tom Kane, Corey Burton, Ian Abercrombie, Ashley Drane, Matthew Wood
A História: A saga "Star Wars", de George Lucas, chega pela primeira vez aos cinemas numa versão animada. "Star Wars: Episódio II - Ataque dos Clones" é a inpiração para o argumento, mas todos os conhecidos personagens fazem parte da história.
Porque Assistir: Você que é fã da saga de Star Wars, mesmo que, na maioria das vezes, as pessoas achem isso basbaquice, está aguardando essa animação? Mesmo que ela seja só para arrancar dinheiro do seu bolso e iniciar uma séria animada na televisão? Pois então aguarde mais um pouco para ver mais algo de Star Wars no cinema. Veja pelo lado bom: ao menos o Anakin agora é virtual, você não vai ter que aturar Hayden Christensen.
Quando Sai: Em Cartaz
Quem pode ir ver: Todos os Públicos
Trailer:
--
Expectativa: 3/5


Todos os lançamentos estão sujeitos à alterações de data por conta da distribuidora!

30 de jul. de 2008

Fim dos Tempos (2008)

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O sexto longa-metragem do já aclamado diretor M. Night Shyamalan – os demais são: "O Sexto Sentido" (1999), "Corpo Fechado" (2000), "Sinais" (2002), "A Vila" (2004), "A Dama na Água" (2006) – é um filme que relata uma catástrofe global, porém o filme em si é uma catástrofe.

Quando somos apresentados ao filme o cenário é o Central Park em Nova York. O Alvo de Shyamalan são duas jovens sentadas e lendo, logo depois o foco fica nas plantas movimentando-se por causa dos ventos. Daí os coadjuvantes são as primeiras vítimas. Primeiro perdem a fala; depois perdem o sentido de orientação; e por último comete suicídio.

Esse é o passo inicial do filme. As primeiras duas cenas, incluindo a já citada, são conseqüências de uma força ou um vírus que se espalha e faz com que as pessoas enlouqueçam e cometam suicídio. Mais uma vez Shyamalan nos coloca diante de um filme que tem uma idéia interessante e apresenta um conteúdo nulo. Infelizmente Shyamalan erra em basicamente tudo, essencialmente em sua principal função como diretor. Ele carrega o filme nas costas, portanto a responsabilidade do resultado caótico do filme é única dele. Parece que toda a habilidade que o também reteirista tinha em criar ótimos diálogos, ficou em "O Sexto Sentido".

Aproveitando essa “deixa” de produções Hollywoodianas em que a história gira em torno de uma grande tragédia envolvendo todo o mundo – temos como exemplo “Eu Sou a Lenda” e “Wall-e” – Shyamalan quis arriscar em um projeto semelhante. Claro, o diretor se habituou a ser chamado de Alfred Hitchcock da atualidade, seria preciso um versão sua do tema.

M. Night Shyamalan se conectou ao roteiro e se desprendeu da direção. Explicável o resultado das péssimas atuações presentes: em especial Zooey Deschanel, que nos faz pensar que ela é uma criança. Mas nem mesmo o roteiro parece ter tido a atenção devida. Será que o diretor não acha uma forma melhor de nos narrar os acontecimentos pelo um noticiário de tevê de forma tão banal. Mark Wahlberg é o único do elenco que desempenha seu papel, mesmo que o roteiro não ajude ele está lá franzino a testa cada fez que Shyamalan dar um close-up em seu rosto e criando um pouco de tensão ao filme. Os restante do elenco estão alí só por está.

E o diretor novamente apela para Ciência X Fé. Temas que já estamos cansados de ver em filmes de Shyamalan. Se ele liga ou não para críticas tão negativas? Acho pouco provável. Me pergunto como um cineasta que zela tanto pelo seu nome nos entrega isso? Ele é hoje um dos caras mais bombardeado pela crítica. Só que ele não se prende a nenhum filme, ele usa-os para chamar público, isso resulta em mais “pérolas” como essa.
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O Primeiro Teaser Trailer de Harry Potter 6




[ATUALIZADO] Trailer Dublado

O primeiro Teaser Trailer da penúltima aventura de Harry Potter (e o enígma do Príncipe) caiu na internet e deve sair junto com as cópias de "A Múmia: Tumba do Imperador Dragão" que estréia no dia 1º de agosto. No Brasil sai junto com as cópias de "Star Wars - Clone Wars" que estréia em 15 de agosto.

O vídeo mostra mais as lembranças do jovem Tom Riddle mostradas por Dumbledore à Harry. Mais parece um filme de terror.


A sinopse oficial: Em Harry Potter e o Enigma do Príncipe, Lorde Voldemort (Ralph Fiennes) ameaça tanto o mundo dos trouxas quanto o mundo dos bruxos, e Hogwarts já não é o local seguro de outrora. Harry (Daniel Radcliffe) suspeita que o perigo esteja dentro do castelo, mas Dumbledore (Michael Gambon) está mais preocupado em preparar o bruxo para a batalha final que se aproxima rapidamente. Juntos, eles trabalham para superar as defesas de Voldemort. No fim, Dumbledore recruta o velho amigo e colega Professor Horácio Slughorn (Jim Broadbent), um bon vivant com bons contatos no mundo da magia e quem Dumbledore acredita guardar informações cruciais. Enquanto isso, os estudantes estão sob ataque por diversas formas de inimigos. Harry se vê cada vez mais próximo de Ginny (Bonnie Wright), assim como Dean Thomas (Alfie Enoch). E Lilá Brown (Jessie Cave) decide ficar com Rony, pois ele é o escolhido dela, mas não esperava que os chocolates de Romilda Vane (Anna Shaffer) atrapalhassem seus planos! Já Hermione (Emma Watson) começa a sentir ciúmes, mas está decidida a não mostrar seus sentimentos. Romances surgem, mas um estudante segue isolado. Ele está determinado a deixar sua marca, mesmo que ela seja sinistra. Amor está no ar, mas tragédia está no caminho, e Hogwarts pode nunca mais será a mesma.


O filme tem direção reprisada por David Yates.


AVALIAÇÃO DO TRAILER: 5/5
ESTREIA NO BRASIL - EUA: 17 de julho

25 de jul. de 2008

Comic-con 2008

A Comic-con é a maior convenção de quadrinhos e cultura pop do planeta. Acorre em San Diego. O epicentro nerd do mundo. Alí são feitas e destruídas carreiras. Projetos ganham aprovação ou repúdio. Aqui no tablito tentarei resumir os principais acontecimentos ocorridos no evento. Esse mesmo artigo será atualizado a cada dia até o fim da convenção.

OS DESTAQUES:
Watchmen
Para a apresentação de Watchmen na Comic-Con, o diretor Zack Snyder mostrou para uma sala H lotadíssima (7 mil pessoas na platéia e uma centena de jornalistas espremidos) um clipe exclusivo do filme e deu aos fãs a chance de conversarem com todo o elenco principal da adaptação. Estavam presentes Jeffrey Dean Morgan (Comediante), Patrick Wilson (Coruja), Malin Akerman (Espectral), Matthew Goode (Ozymandias), Carla Gugino (a primeira Espectral), Jackie Earle Haley (Rorschach), Billy Crudrup (Dr. Manhattan) e o ilustrador da HQ Dave Gibbons.

Depois de fazer uma breve introdução Snyder foi logo ao que todos queriam ver. Com três minutos, o vídeo não tinha diálogo algum, só uma bela seqüência de cenas curtas mostrando momentos clássicos da graphic novel, agora transformados em filme.


Não sei se vai dar certo esse filme. Zack Snyder não parece ser o diretor certo para a adaptação. Gosto muito dos personagens, pois já li a obra-prima de Alan Moore. Este que também está com o pé atrás à respeito da produção. Talvez saia algo bom! Como Moore mesmo disse há coisas na história que só foncionam nos quadrinhos...

The Spirit
Frank Miller começou o painel contando o dia em que conheceu Will Eisner. Primeiro em Vermont, quando era uma criança e depois, anos mais tarde, quando foi apresentado ao mestre em uma festa. Inicialmente, Eisner deu uma olhada rápida no material do jovem Miller e disse apenas um automático "muito bom. Continue trabalhando, filho". Em seguida, pressionado pelo agente de Miller, Eisner olhou com mais atenção e aí sim começou a amizade, criticando os desenhos de Miller "para que você colocou esse elemento aqui? Ele não está acrescentando nada à história", lembrou Miller, aparentemente um pouco emotivo.

Durante o painel foram exibidos três cenas e o segundo trailer de The Spirit. Agora acabou de vez a idéia de que Miller estava fazendo um novo Sin City, usando apenas o branco e preto em alto contraste e o vermelho em algumas cenas. Os olhos azuis de Scarlett Johanson, a pele molhada de Eva Mendes, o rosto tatuado de Samuel L. Jackson, tudo está na cor que deve ter.


A aceitação do público pode vir a tona já que há comentários dizendo que o visual está muito cartunesco. Artificial demais.



RESUMOS:
26/07/08
Primeiro teaser pôster de Terminator Salvation
Terminator Salvation, o quarto filme da série Exterminador do Futuro, foi um dos mais ovacionados da Comic-Con 2008. O painel do filme, acompanhado por 7 mil pessoas, teve além do diretor McG os atores Sam Worthington, Anthon Yelchin, Moon Bloodgood, Bryce Dallas-Howard e Common.

Assim que acabou a apresentação cineasta e elenco subiram para uma coletiva de imprensa. De cara o diretor quis saber o que tínhamos achado da apresentação. Ele gostou da recepção e não cansou de dizer que as filmagens estão apenas na metade e ele tem recebido reações positivas. Mas o que motiva está notícia não é a conversa com ele, mas o pôster que estava em frente ao púlpito: O primeiro teaser do filme, foi fotografado e mostrado agora com exclusividade no Brasil!

Teaser Trailer de "Up" nova animação da Pixar
A prévia é rápida e mostra a casa de Carl Fredricksen, o senhor de 78 anos que protagoniza o filme, sendo levada pelos balões. E termina com o simpático senhor dando boa-tarde.

Na história, depois de conhecer um jovem guarda florestal sem-noção, Carl deixa a segurança de sua casa para se aventurar pelo mundo. O velhinho enfrenta feras e vilões ao redor do mundo, mas não deixa de fazer seu jantar às 15h30. Assista!

25/07/2008
Dois novos trailers de The Punisher: War Zone
A Lionsgate mostrou o segundo trailer de Punisher: War Zone, novo filme do Justiceiro. Confira abaixo a prévia, que mostra pela primeira vez o visual do vilão Retalho. Assista aqui. E ainda o IGN publicou mais um, diretamente da convenção, com algumas cenas semelhantes ao primeiro trailer, mas altamente violento. Não é recomendado a menores de 18 anos. Confira aqui.

24/07/2008

Wolverine "dar as caras"!
Ao terminar o útimo clip de Max Payne durante o painel da Fox, o microfone anunciou "Temos uma surpresa. Ele veio direto da Austrália! Com vocês, Hugh Jackman, o Wolverine!".

No palco, forrado de flashes vindos de todos os lados, Jackman contava que tinha acabado de chegar da sua terra natal, onde últimas cenas de X-Men Origins: Wolverine tinham sido rodadas. "Nós não conseguimos vir aqui com os X-Men, mas eu fazia questão de passar por aqui dessa vez. Porque sem vocês, eu não existiria!"

Especial Batman

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Batman - O Cavaleiro das Trevas é sem dúvida é a produção mais aguardada 2008. Por isso, para você que é fã, ou mesmo não conhece nada sobre um dos heróis mais famosos da DC Comics, preparamos aqui este Super Tablito com tudo sobre o homem-morcego na trajetória das telonas. Agora, se preparem para entrar no espetacular mundo de Batman.

Era Christopher Nolan
Batman Begins
Uma nova visão cinematográfica deixa as produções anteriores no chinelo

O Cavaleiro das Trevas - Notícias, trailers, imagens +
A corbertura completa dos meses que antecederam a estreia de TDK

Batman - O Cavaleiro das Trevas
A sequência de Batman Begins cumpre o que promete e vai além

Era Joel Schumacher

Batman Eternamente
Os equívocos de Schumacher são absurdos a cada segundo

Batman & Robin
A palhaçada ultrapaça os limites num dos piores filmes de todos os tempos

Era Tim Burton

Batman
Tim Burton apresenta uma visão interessante do herói sombrio

Batman - O Retorno
Apesar de insistir nos erros, o resultado é de uma boa pipoca

24 de jul. de 2008

Sob Efeito: Batman - O Cavaleiro das Trevas (2008)


Um momento que eu vou procurar minha cabeça. Pronto! Antes de tudo quero dizer que se você acha que já viu muito do filme pela internet ou por outras fontes devo contá-lo que você está errado. A campanha de divulgação do filme foi muito bem bolada pela Warner: pôsters fantásticos e trailers de dar arrepios. Mas a mais bem bolada com certeza foi a do site Why So Serious com campanhas inteligentes desafiando a capacidade dos fãs.

No filme, após dois anos desde o surgimento do Batman (Christian Bale), os criminosos de Gotham City têm muito o que temer. Com a ajuda do tenente James Gordon (Gary Oldman) e do promotor público Harvey Dent (Aaron Eckhart), Batman luta contra o crime organizado comandado pelo Coringa (Heath Ledger).

Mais sombrio do que Batman Begins esse filme faz jus ao título que carrega. E se você pensa que o filme é só Coringa está enganado. O Batman aparece quando deve e assim acontece com o Coringa e com Harvey Dent também. E filme está repleto de boas atuações. Christian Bale retorna a usar a máscara do homem-morcego. Ele possui um domínio mais maduro sobre o personagem, se em “Batman Begins” ele forçava um pouco a voz quando interpretava o Batman neste a voz sai normalmente. Aaron Eckhart dar uma nova imagem a Harvey Dent que antes fora esquecida por completo por cineastas anteriormente.

Maggie Gyllenhhal agora substitui o papel que antes era da sem-sal Katie Holmes ela também cria uma essência que antes a personagem Rachael não tinha. E Heath Leadger está incrível e facilmente será indicado ao Oscar. Se você entender um pouco de inglês pare de ler as legendas por um minuto e repare nas expressões do ator, notará que ele erra diversas vezes o que torna o filme mais original. E sobre o vilão, não há piedade nele, nem truques como pistolas com bandeiras “Bang” esqueça isso do Coringa. Ele mata sem dó, sem truques medíocres, e se as crianças espera um palhaço brincalhão é melhor ficar em casa, pois o novo Coringa é de dar medo. As gargalhadas continuam e os diálogos marcantes, poucos deles já são vistos nos trailers.

Batman - O Cavaleiro das Trevas é um filme que não para durante seus 152 minutos de projeção. Duas cenas merecem destaques: a do caminhão na estrada e a do hospital, nelas não foram utilizadas nenhum tipo de efeito especial ou coisa do tipo, tudo ali foi de verdade, e estou falando de explosões. Incrível não?

Nolan parece ter ouvido as críticas anteriores e esqueceu o humor. O sarcasmo de Alfred continua, mas os diálogos engraçados (que são poucos) são inseridos com naturalidade, no momento certo, sem forçar a barra.

Terei que voltar pro cinema para anotar alguns diálogos. É tudo bem pensado, bem arquitetado e bem escrito pelos irmãos Nolan. Não esquecendo é claro a referência dos quadrinhos, se você teve a oportunidade de ler alguma Graphic Novel clássica do herói lembrará de vários momentos das principais: O Cavaleiro das Trevas; Batman: Ano Um; e A Piada Mortal. É claro que o filme não segue à risca as histórias citadas, teve suas alterações devida para dar o realismo do filme.

Com tantas qualidades, Batman – O Cavaleiro das Trevas só possui um defeito: saber que será difícil fazer um melhor. Mas não é impossível, com determinação e dinheiro chegam lá. E acabou essa mesmice de adaptações de quadrinhos. Depois desse filme os produtores de demais filmes terão de pensar em algo melhor depois de transpor para as telonas. Aguarde a crítica.

23 de jul. de 2008

Divulgado Trailer de "Yes Man", Nova comédia com Jim Carey



A comédia estrelada por Jim Carey depois do pôster recentemente divulgado ganhou seu primeiro trailer. O filme adapta o livro homônimo de Danny Wallace. Num misto de memórias com ficção, Wallace conta o que aconteceu depois que, certa noite, ele encontrou um tipo estranho num ônibus e começou a dizer "sim" para todo mundo. Com isso, Wallace, que só dizia "não", passou a experimentar o amor e a felicidade.


No elenco ainda estão Zooey Deschanel, Bradley Cooper, Terence Stamp, Danny Masterson e John Michael Higgins, entre outros. A direção é de Peyton Reed (Separados pelo Casamento).

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 3/5
ESTRÉIA NOS EUA:
9 de dezembro
ESTRÉIA NO BRASIL: 23 de janeiro de 2009.

19 de jul. de 2008

Batman Begins (2005)


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Em 2005 a Warner já havia anunciado um novo filme do morcegão. Os fãs tremeram. Nas mãos do cineasta, conhecido no cenário alternativo por ótimos filmes como Amnésia e Insônia, tinha certeza que o filme iria possuir um nível de seriedade nunca visto antes em um filme de Batman. E de fato possui! Não há a menor dúvida que Batman Begins é o melhor filme já feito do homem-morcego. E mostra o que os fãs queriam ver: uma história sombria, realista, amargurado e brutal. Se no filme de Burton 5 minutos foram utilizados para explicar a origem do Batman, no filme de Nolan foram usados 60. Isso mesmo 1 hora sem Bruce Wayne vestido de Batman. Não se assuste, é fantástico saber como um milionário quis ser um justiceiro de Gotham.

Os filmes de Tim Burton possuíam seus valores. Mas ele não soube explorar o personagem. Porque um homem bilionário como Bruce Wayne se veste de morcego para combater o mal? E porque ele se veste justamente de morcego e não de outra coisa? Essas perguntas ficaram sem respostas e foram exploradas com tal realismo por Nolan que você fica vidrado na poltrona enquanto assiste. Além do mais no roteiro existe um diálogo que pode explicar tudo: “Por que caímos? Para aprendermos a nos levantar”. Frase essa que dar inveja ao tio Ben (“Com grandes poderes vem grandes responsabilidades”).

Na primeira hora de projeção você esquece que aquilo é um filme do Batman. É incrível ver o quanto os pais de Bruce Wayne foi importante para seu amadurecimento. o filme não teria tantos méritos se não tivesse um bom protagonista e Chistian Bale encarna um personagem com maestria. A forma que ele cria os personagens é fabuloso. Quando é Bruce, é um playboy que compra o que quer e sai com mulheres bonitas. Quanto é Batman é somente um homem que luta contra o crime com uma personalidade e até voz diferente.

Apesar de tudo, Batman Begins possui alguns pequenos defeitos, como o excesso de cortes e closes nas cenas de luta, tirando um pouco a graça das mesmas. O trabalho de montagem não é muito interessante de se ver. Mas nada que tire o forte impacto proporcionado pelo filme. É bom destacar também a ótima trilha composta por James Newton Howard e Hans Zimmer: sombria e melancólica, combinando perfeitamente com o clima proporcionado pelo filme.

E Christopher Nolan acha espaço ainda para colocar humor, o que pode parecer um pouco controverso. Michael Caine carrega suas piadinhas com um sarcasmo único. E Liam Neeson exagera em seu papel no final do filme, mas não o culpo por isso, a responsabilidade é do roteirista David S. Goyer que apesar de sua premissa quase impecável ele se empolga um pouco no final. Um dia já foi considerado impossível o personagem nos cinemas, mas algo só é impossível ate que alguém prove o contrario! E Nolan conseguiu provar o contrário.
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Batman (1989)


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Superman (1978) abriu as portas para os filmes de super heróis. Depois do filme os quadrinhos passaram longe das telas. A retomada deu-se em 1989 quando foi anunciado o filme do Batman. Isso só se tornou possível graças ao velho O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight Returns) de Frank Miller publicada em 1985 nos Estados Unidos que resgatou o Batman do esquecimento, até então quando se falava do personagem a primeira imagem que vinha à cabeça do público era um bufão barrigudo e de músculos flácidos, acompanhado por um moleque de meias-calça, que combatia vilões engraçados.

Dado o ponta-pé inicial, a primeira polêmica do filme foi a contratação do diretor desconhecido para o projeto Tim Burton. Ele, até então, só era conhecido por dirigir filmes cômicos como A grande aventura de pee-wee e Os fantasmas se divertem. Os fãs tremeram. O filme do Batman nas mão de um diretor assim? Logo depois, no entanto, foi anunciado que Jack Nicholson estaria envolvido no projeto como o vilão Coringa. Os ânimos dos fãs voltaram com o anúncio de um elenco de peso para o filme além de um orçamento milionário não visto desde “Superman”. O banho de água fria veio quando foi anunciado o nome daquele que interpretaria o Batman: Michael Keaton.

Comediante de segunda, Keaton já havia trabalhado com Burton em Os fantasmas se divertem. Ele é baixinho, calvo e não se assemelha a nada de Bruce Wayne. Burton se justificou com a escolha do ator. Disse que Bruce Wayne era um cara comum, com qual, o público pudesse se identificar.

Sinistro, sombrio, mas... equivocado. Tinha tudo para dar certo. Cenários impecáveis, um ambiente bem dark, uma trilha sonora fantástica de Danny Elfman, um vilão deslumbrante, mas roteiro que é bom... Tim Burton parece ter dirigido o filme algemado e com uma espingarda apontada para a cabeça. As cenas de ação não são nada empolgantes. Personagens entram e saem com uma profundidade de um pires. No final das contas temos um filme morno, muito longe de comparar-se ao O Cavaleiro das Trevas de Frank Miller.

Jack Nicholson apesar de “gordinho” para o papel do Coringa carrega o filme das costas. O Batman sempre é deixado em segundo plano, até mesmo nos créditos isso acontece. O mordomo Alfred (Michael Cough) é correto até o último momento e parece ser o único personagem, além do Coringa, a desempenhar seu papel. Michael Keaton definitivamente NÃO é o Batman. Ele interpreta um milionário chato e excêntrico ao invés de um Playboy.

O filme ainda ganhou o Oscar de melhor direção de arte. Serviu para iniciar um filão adaptações milionárias de HQ’s nos anos 90. Além disso, serviu para projetar a carreira do diretor Tim Burton (que dirigiu os exelentes Edward – Mãos de Tesoura, Ed Wood, O Estranho mundo de Jack e Sweeney Todd – O Barbeiro Demoníaco da Rua Fleet).
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17 de jul. de 2008

Batman & Robin (1997)


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Me intriga saber por que Joel Schumacher dirigiu mais um filme do Batman. Em 1997 ele aprontou “bonito”. Enquanto assistia “Batman & Robin” a impressão que eu tinha era de está assistindo uma parada gay em DVD. Abandonando tudo do personagem Batman ele criou personagens caricatos e estupidamente ridículos. Ele desperdiçou um bocado de personagens regulares. Tudo da forma mais incompetente possível. Fãs de Batman só tem que odiar esse cara!

Mais colorido, mais exagerado e extravagante. Um verdadeiro desfile carnavalesco de carros alegóricos com luzes de neón. George Clooney caiu na maior roubada de sua vida ao aceitar fazer o homem-morcego. E o pior fez o Batman mais “contente” de toda as série de filmes (Efeito das luzes de neón?). Deu até saudade do Val Kilmer...

Para demolir de vez o barraco, Robin está passando por um crise-de-menino-rico e quer ser mais independente. Quando nada mais poderia parecer mais ultrajante, surge a Batgirl (a patricinha Alicia Silverstone) para terminar de vez com as personagens clássicas da mitologia do Morcego.

E os vilões? Hera Venenosa, interpretada por Uma Thurman, parece uma drag-queen (Não falei que parecia parada gay?). Nem um pouco sensual, nem engraçada, ela cai num monte de produtos químicos e sofre uma mutação genética para atazanar Gotham e a nossa santa paciência. O mesmo vale para o Sr. Frio de Arnold Schwarzenegger, numa atuação ruim até mesmo para o que ele é acostumado a fazer. Deram um jeito até de pôr o sub-vilão Bane na história, vê se pode isso? No final das contas você tem um sono gostoso. Nem para rir desse filme de mal-gosto dar. Mais parece um paródia milionária feita pelo “Casseta & Planeta”. Ao menos serviu para mostrar que os filmes de Tim Burton não são tão ruins. Ainda bem que enterraram essas idéias de fazer mais filme...
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Batman Eternamente (1995)



Com a saída de Tim Burton da franquia do homem-morcego quem assumiu foi um diretor de filmes sérios, Joel Schumacher. E pelo jeito ele se empolgou com a coisa. Além da conta, por sinal. Se os filmes anteriores de Batman tinham suas virtudes Joel fez questão de ignorá-las. Não há mais os cenários grandiosos, nem a belíssima direção de arte, nem tampouco o tom sombrio essencial para construir a história do Batman. Batman Eternamente tem um resultado catastrófico, tanto que nem vale o esforço de uma resenha aqui...

Val Kilmer, visto como galãzinho na época, substitui o papel que antes era Michael Keaton, com uma novidade: a armadura do morcegão possui mamilos bem salientes e nada discretos. Ele até que tentou, mas era inexpressivo demais para interpretar Bruce Wayne, além disso ele protagonizou uma das cenas mais toscas em adaptações de quadrinhos para o cinema: O close das NÁDEGAS de Batman enquanto veste as calças do uniforme! Para piorar a situação trouxeram o Robin (Chris O´Donnel, com mamilos iguais ao de Batman, é claro). E falando em Robin, é inaceitável que Dick Grayson encontre a bat-caverna na maior facilidade (que espécie de esconderijo é esse?). Nessa versão o Robin não é um garoto órfão e indefeso, é um mauricinho à beira dos trinta nas costas do patrão Bruce.

Os produtores contra-atacam: para não dar muito na cara que os dois (Batman & Robin) supostamente tenham um relacionamento, puseram Nicole Kidman como a nova namorada de Bruce Wayne. Ela interpreta a psicóloga Chase Meridian e faz de tudo para conquistar o vigilante de Gothan, mas não se engane; essa foi a pior atuação da atriz. Enquanto isso, dois vilões (?) se unem contra ele. O Charada, vivido por Jim Carey em seu pior papel cômico. E o Duas-caras, vivido por Tommy Lee Jones na atuação mais forçada do filme. E lá se vão desperdícios de bons personagens.

No fim, o Duas-Caras morre e o Charada, que graças a seu pavoroso aparelho leitor de mentes (Um capacete em forma de liquidificador. Cruzes!), havia descoberto a identidade secreta do Batman, enlouquece e vai parar no Asilo Arkham. Conclusão: De cinema e quadrinhos, Joel Schumacher entende menos que Tim Burton. Mas o pior ainda está por vir...

Body of Lies tem seu primeiro trailer divulgado



O novo filme de Ridley Scott, "Body of Lies", teve seu primeiro trailer divuldado. A adaptação de um romance policial homônimio de David Ignatius é estrelado por Leonardo DiCraprio e Russel Crowe.

No trailer vemos um DiCaprio barbudo e um Crowe grisalho além de muita perseguição vista de cima



No filme, DiCaprio vive um ex-jornalista que vira agente da CIA e é enviado a Amã, capital da Jordânia, para ajudar a inteligência local a caçar um suposto líder da Al Qaeda que planeja atacar os Estados Unidos. Crowe será o chefe do agente. É como uma fraternidade: os dois atores já contracenaram juntos em "Rápida e Mortal", Scott já dirigiu Crowe três vezes e o roteirista de "Body of Lies" é William Monahan, vencedor do Oscar por" Os Infiltrados" (com DiCaprio) e autor do roteiro de Cruzada e os futuros Blood Meridian e Tripoli, todos filmes de Ridley Scott.


AVALIAÇÃO DO TRAILER: 5/5
ESTRÉIA - EUA: 10 de outubro
ESTRÉIA - BRASIL: 17 de outubro

15 de jul. de 2008

Batman - O Retorno (1992)



A poeira baixou. Burton retorna na direção do filme. Parecia que a coisa finalmente ia dar certo. Depois do sucesso do primeiro filme o diretor tinha a liberdade para fazer o que quisesse. Mais sombrio do que o primeiro “Batman – O retorno” ainda tinha algo de errado. A expressão “o retorno” soa como se o personagem principal supostamente morresse ou sumisse do cenário da história e retornasse. Nenhuma dessas situações ou algo parecido ocorre em Batman – O Retorno, Bruce Wayne nem sequer saiu de Gotham City. Nisso o subtítulo do filme causa um certo desconforto com sua incoerência. Por que não colocaram "Burton Returns" poderia dar certo, não! Ignore meu trocadilho, o título não é o fator que atrapalha o filme.

Uma coisa que Tim Burton acertou foi, sem dúvida, o tom sombrio empregado à Gotham City. Lá está investida um direção de arte bem trabalhada e fiel aos gibis do herói. A direção de arte acompanhada pela fotografia formam juntos um motivo para assistir ao filme. Infelizmente as poucas qualidades do longa são estéticas. O ambiente gótico continua perfeito, os cenários impecáveis, mas o roteiro que é bom... continua sem noção!

Para se integrar à sociedade, o Pingüim, vivido por Danny DeVito, um paria que governa os subterrâneos, seqüestra o filho do prefeito e o devolve como um samaritano, tornando-se o novo ídolo da cidade. O inescrupuloso empresário Schreck vê nisso a oportunidade de ganhar poder político e lança a candidatura do Pingüim à prefeitura de Gotham. Acredita que pode facilmente manipulá-lo. Sua secretária, Selina Kyle, interpretada por Michelle Pffeifer ouve os planos e é jogada da janela. Mais tarde, volta como Mulher-Gato para se vingar. Batman tenta impedi-la, mas acaba sendo acusado de assassinato e perseguido pela polícia. Neste interim, Bruce Wayne envolve-se amorosamente com Selina, sem saber que ela é a sua inimiga.

Parece bom, não é mesmo? O filme até funciona, se você fizer vista grossa aos novos pecados capitais. Porque investir no mesmo erro? Colocar Keaton como Batman é como se um raio caísse no mesmo canto duas vezes. Está certo que nesse filme ele até está melhor, mas o cara não leva jeito pra esse personagem. As origens dos vilões são as mais bizarra já vistas. No caso do pingüim, um bebê deformado é abandonado num rio e encontrado por pingüins que moram no esgoto e o adotam. PINGÜINS QUE MORAM NO ESGOTO! A da mulher-gato é de morrer de rir: uma secretária debilóide é jogada de um prédio e não morre. Não Morre! Depois é mordida por uma dezenas de gatos e... pronto! Temos uma Mulher-gato que aprende artes marciais e a dominar um chicote num passe de mágica, isso sem contar do confecção dum traje sado-masoquista! Vê se pode isso...

Mas nem por isso os vilões são ruins. Tanto Danny DeVito quanto Michelle Pffeifer roubam as cenas cada vez que aparecem com diálogos maliciosos. No caso dela com um pouco mais de charme e sensualidade. Os dois deixam o Batman para escanteio. Além disso o visual dos dois está apropriado com o do filme. Até a armadura do Batman melhorou. Desta vez a máscara não fica “sambando” da cara. Depois desse filme Tim Burton largou a franquia pra cuidar de sua vida. Os fãs respiraram aliviados, com a esperança de que um filme descente do homem-morcego poderia sair. Triste engano...

14 de jul. de 2008

A Familia Savage (2007)


A Família Savage pode não dar certo para muita gente. Não é difícil saber o por quê. O filme simplesmente não faz bem o estilo do “povão” (com o perdão da expressão). Dirigido e roteirizado por Tamara Jenkins o longa tem um desenvolvimento lento, nem por isso ele deixa de ser atraente.

Na trama um casal de irmãos tem de encarar as responsabilidades familiares quando o pai fica doente. Contudo o contexto básico não é somente essa situação. Estamos diante de vidas diferentes que se reencontram após anos sem convivência, porém os dois possuem um problema em comum: a demência do pai. O que merece mais atenção é o roteiro que anda devagar, mas possui mensagens fortes, para os desatentos o filme torna-se uma experiência chata. Para os admiradores de comédias dramáticas é indispensável, embora estejamos diante de um filme que puxa mais para o lado dramático.

O segundo fator que chama atenção no longa é o elenco bem selecionado, digo isso em relação ao trio fantástico formado por Laura Linney, Phillip S. Hoffman e Phillip Bosco, é incrível a tranqüilidade com que eles interpretam. Linney realmente está digna de uma indicação ao Oscar. A trilha fantástica e simples já toca o coração logo no início do filme. Este maravilhoso longa de Tamara Jenkins traz consigo uma lição de vida singela. Eu não sou do tipo de chorar em filme, as situações do longa possuem uma mescla de melancolia e comédia ao mesmo tempo, tudo em suas dosagens exatas.

12 de jul. de 2008

Kung Fu Panda (2008)



Depois de “Wall-e” da Pixar, chega a vez de “Kung Fu Panda” que, mais uma vez, quer passar ao público o que poderia ser impossível: um panda lutar Kung Fu. O próprio Slogan da campanha de divulgação do filme sugere isso: “Prepare-se para o impossível”.

Vamos à trama: O irreverente e preguiçoso panda chamado Po (Jack Black) é o único capaz de salvar o Vale da Paz do vilão Tai Lung (McShane), um poderoso leopardo das neves. Com os ensinamentos de Shifu (Dustin Hoffman, que mais parece o Yoda), Po se torna um grande mestre do Kung Fu, à semelhança do Mestre Macaco (Jackie Chan), um exímio guerreiro que é tudo o que o panda quer ser. Uma coisa não faltará neste filme, na verdade duas coisas: Ação e Comédia, coisa que a DreamWorks tem uma certa especialidade. “Eles” são especialista também em criar franquia desnecessárias, enquanto você lê essa crítica, estão criando o roteiro da continuação desse mesmo filme.

O filme sem dúvida diverte mais do que “Wall-e”, mas somente o filme de Andrew Stanton toca o coração! Mas não estou aqui para comparar as duas animações. O filme vai agradar sim, tanto o público infantil, quanto o público mais velho. O panda Po (não é o ursinho Pooh), felizmente, consegue cativar aos que assistem, o personagem é praticamente criado com o exelente trabalho de dublagem de Jack Black (não descartando a versão brasileira dublado por Lúcio Mauro Filho). O modo que a DreamWorks trabalha nas animações talvez seja até melhor do que a Pixar, no quesito estético. A mesma produtora sempre aposta em produções de certa forma semelhantes. Querem de substituir à todo custo o carisma do ogro verde e acabam conseguindo já que “Shrek Terceiro” foi ridículo. E o que mais me incomoda na DreamWorks é a criação de seqüências desnecessárias…

Liberado Trailer de Max Payne


Quem é fã do personagem ficará satisfeito. O primeiro trailer da adaptação do jogo "Max Payne" foi divulgado. Note a incrível semelhança que há com o jogo, com direito até à alucinações de Payne! Não tinha como ser diferente. Mark Wahlberg está perfeito no papel, e as narrações filosóficas de Payne estão lá presente no trailer.



Na trama, depois de ser acusado injustamente de assassinato e de ter perdido sua mulher e filho, o ex-policial Max Payne é caçado pela polícia e pela máfia. John Moore dirige o filme a partir de roteiro de Beau Thorne. O filme sai em 17 de outubro. Payne será vivido por Mark Wahlberg. Chris O'Donnell, Beau Bridges e Mila Kunis também estão no elenco.

AVALIAÇÃO DO TRAILER: 5/5

10 de jul. de 2008

Qual é a Cena? - Edição #01

Nessa primeira edição eu facilitei muito colocando apenas duas cenas, de filme um tanto óbvios. Só queria saber se você estão com o espírito do jogo.

"Qual é a Cena?" é uma brincadeira para testar a memória dos cinéfilos. Funciona da seguinte forma: são anexadas imagens e vocês terão de adivinhar o nome do filme e descrever as devidas cenas. Aquele que adivinhar o título do filme e/ou melhor descrever a cena terá seu nome inserido aqui na matéria junto com a descrição. É importante que tenha bastante clareza no objetivo das palavras. O título do filme deve ser exato, não pode faltar um hífen! Cite o nome dos personagens para reforçar sua descrição. Vale lembrar que você pode acertar somente o nome do filme sem descrever a cena. Vamos as cenas:

ENCERREADO! - 12 de Julho de 2008
Não imaginava que seria tão difícil para vocês! Aguarde a próxima edição com três cenas!


Photobucket
Nome do filme: Kill Bill - Volume 1 (Kamila)
Descrição da Cena: O Esquadrão das Víboras Mortais vai até a capela de Two Pines para matarem "A Noiva" à mando de Bill, pois ele acha que ela o traiu. As víboras mortais massacram todos que estão na capela! (Malena Alves)
Dificuldade: 2/5
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Photobucket
Nome do filme: Homem-aranha 3 (Malena Alves)
Descrição da Cena: Peter Parker vai à delegacia reconhecer o homem que foi responsável pela morte de seu tio. (Kamila)
Dificuldade: 3/5
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8 de jul. de 2008

Amar... Não Tem Preço (2006)



Amar... Não Tem Preço é uma comédia romântica eficaz. Há tudo que o gênero padrão exige e um pouco mais. O filme abre com vários cachorros de raça sendo levados a passeio por Jean (Gad Elmaleh). Ao voltar recebe gorjeta pelos cuidados com os cães. Jean também é barman. O enredo só começa realmente quando a jovem Irene (Audrey Tatou) confunde Jean com um milionário e voa em cima dele usando seu charme e o poder sedutor.

Irene é uma prostituta, cujo objetivo principal engajar-se de vez com algum sexagenário rico. Ela e Jean acabam dormindo juntos numa suíte do hotel e os problemas começam quando ela percebe a situação: perdeu o velho com quem e estava e o novo não tem um centavo... Os dois se reencontram um ano depois e recomeçam as confusões, os encontros e desencontros, mentiras e crises de ciúmes. Jean também arranja Madeleine (Marie-Christine Adam), rica e cinqüentona (?), e assim se desenvolvem uma trama até o final previsto na “scooter”. Culpa dos roteiristas? Não, afinal é uma comédia romântica. O jeito é não contrariar o “molde” do gênero. Mas nem mesmo esse motivo estraga o filme.


Pierre Salvadori, o diretor, tem uma mão cheia para o gênero. É notável como o elenco sente-se à vontade. Seu trabalho é pouco conhecido no Brasil muitos de seus longas não possuem títulos em português e nem sequer foram exibidos por aqui. Pierre é firme e tem um bom senso de humor. Daí saem cenas hilárias, como a que Jean dá uma moeda de 1 euro à Irene e pede que ela fique mais 10 segundos (Detalhe: nesses apenas 10 segundos não há nenhum diálogo, só assistindo para entender o quão é engraçada) ou a que o mesmo faz charminho para Madeleine, não completando as frases.

Os toques de Jazz mais “cool” na trilha valoriza o estilo do longa. Amar... Não Tem Preço não é um mero entretenimento. Se o final parece ser óbvio, já sabemos. O roteiro que passa por Salvadori e Benoit Grafin, é bem bolado e leve, com uma pitada de humor erótico. O longa é, de longe, a mais promissora comédia romântica do ano até agora. Altamente recomendável.

5 de jul. de 2008

Sex and the City – O Filme (2008)



A espera foi longa, e os fãs sabem, há muito surgem especulações e planos para o filme da série de TV na HBO: Sex and the City. Que conquistou milhares de pessoas durantes suas seis temporadas. Garanto que muitas vezes alguma mulher já se identificou com alguma personagem (ou não?). Se você não assistiu à nenhum episódio da série, não se preocupe. Você não vai ficar perdido quando ver o filme. Michael Patrick King, o diretor, colocou um breve introdução nos créditos iniciais de como se deu o fim da história de cada personagem (na série), e Carrie fala um pouco de como cada uma é.

A trama dá continuidade a já citada série televisa da HBO que acabou em 2004. O enredo gira em torno de quatro grandes amigas: Carrie (Sara Jessica Parker), Samantha (Kim Cattrall), Charlotte (Kristin Davis) e Miranda (Cynthia Nixon). Carrie está preste a casar com Mr. Big; Samantha é ninfomaníaca, e não se satisfaz com um homem só; Charlotte é escandalosa e medíocre; e Miranda, a advogada racional e dura na queda, considera a traição do companheiro imperdoável.

O desfecho até chega a ser inteligente, poderia até surpreender-nos ao longo da projeção, mas até chegar no final do filme já estamos exaustos. A sensação que tive depois de ver Sex and the City – O Filme (alguém gosta desses subtítulos óbvios?) foi de ter assistido um longo episódio da série. Carrie, Samantha, Charlotte e Miranda não são mais as mesmas, digo isso por que nesse filme elas perdem todo o charme que construíram durante toda a série.

A história das quatro amigas não funciona no cinema. Ficamos diante de algo muito monótono que se torna “clichê” com a decadência do roteiro, que apesar de original possui diálogos de apelo totalmente infantil. Sex and the City – O Filme torna-se apenas mais um filme de comédia-romântica, o que é uma pena para os admiradores.