Tulipa de Ouro 2009: Melhor Edição de Som


O lado sonoro de Batman - O Cavaleiro das Trevas é um dos mais promissores do longa. Os ruídos são legíveis e sem exageiros. A edição sonora, em parte, tem "culpa" pela empolgação nas grandiosas cenas de ação. O som ensurdecedor de tiros, explosões, vidraças sendo estilhaçadas... Barulhos que, se não houver um equipamento de áudio de boa qualidade, a experiência pode ser desagradável.

Demais Indicados [em ordem alfabética]

Homem de Ferro | Ken Fischer, Shannon Mills, J.R. Grubbs
Onde os Fracos Não Têm Vez | Craig Berkey
Sangue Negro | J.R. Grubbs, Bryan Jerden, Timothy Nielsen & Jeff Sawyer
Wall-e | Ben Burtt e Matthew Wood

Apuração de Abril/Maio/Junho | Blog de Ouro




Apocalypse Now - Redux (2001, Francis Ford Coppola)
Beleza Americana (1999, Sam Mendes)
Clube da Luta (1999, David Fincher)
Os Infiltrados (2006, Martin Scorsese)
Laranja Mecânica (1971, Stanley Kubrick)
Ligações Perigosas (1988, Stephen Frears)
Moulin Rouge! - Amor em Vermelho (2001, Baz Luhrmann)
Pulp Fiction (1994, Quentin Tarantino)
Ratatouille (2007, Brad Bird)
Star Wars: Episódio IV - Uma Nova Esperança (1977, George Lucas)
Uma Verdade Inconveniente (2006, Davis Guggenheim)


A Casa Monstro (2006, Gil Kenan)
Conduta de Risco (2007, Tony Gilroy)
De Repente é Amor (2005, Nigel Cole)
À Espera de Um Milagre (1999, Frank Darabont)
Happy Feet - O Pingüim (2006, George Miller)
A Identidade Bourne (2002, Doug Liman)
Los Angeles - A Cidade Proibida (1997, Curtis Hanson)
Simplesmente Amor (2003, Richard Curtis)
A Supremacia Bourne (2007, Paul Greengrass)


Eu os Declaro Marido e... Larry (2007, Dennis Dugan)
Homem-aranha 3 (2007, Sam Raimi)
A Mulher Invisível (2009, Cláudio Torres)
Meu Nome é Taylor, Drillbit Taylor (2008, Steven Brill)
Meu Nome Não é Johnny (2008, Mauro Lima)
Superman - O Retorno (2006, Bryan Singer)
Paranóia (2007, DJ Caruso)
Tratamento de Choque (2003, Peter Segal)


Horror em Amytiville (2005, Andrew Douglas)
Instinto Selvagem 2 (2006, Michael Caton-Jones)
As Crônicas de Nárnia - O Leão, A Feiticeira e O Guarda-roupa (2005, Andrew Adamson)
X-men Origins: Wolverine (2009, Gavin Hood)


Dragonball Evolution (2009, James Wong)
Soninha Toda Pura (1971, Aurélio Teixeira)

[] Filmes revistos

LEITURAS
Crepúsculo (2008, Stephenie Meyer)
Harry Potter e As Relíquias da Morte (2007, J. K. Rowling)
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Blog de ouro!
O caro Cleber do antigo Cine&Club e do atual Club|Cinéfilo, indicou o blog para o selo Blog de Ouro. Agradeço a atenção e como manda a cartilha devo indicar mais quatro blogs. Como a maioria dos meus amigos blogueiros já postaram, irei indicar apenas três. São eles: Djara (Borboletas no Estômago); Gabriel (Um Olhar Além da Tela); Weiner (A Grande Arte).

As regras, meus amigos, são as seguintes
1. Exibir a imagem do selo;
2. Postar o link do blog que te indicou;
3. Indicar 4 blogs de sua preferência (desculpem se mudei essa);
4. Avisar os seus indicados;
5. Publicar as regras;
6. Conferir se os blogs indicados repassaram o selo e as regras.

X-men Origens: Wolverine (2009)


O primeiro filme da franquia X-men, em 2000, iniciou a estória dos mutantes mais famosos do mundo exatamente como deveria ser: sem excessos. Tratou principalmente o preconceito dos Homo sapiens com a nova “raça”. O filme teve os seus acertos, mas é claro que Bryan Singer errou também e corrigiu-os na ótima sequência.

O primeiro filme solo de um dos personagens só poderia ser do mais popular deles: o canadense Wolverine. O longa tem início correto, no entanto escorrega feio no fim do ato inicial. A trama gira em torna da formação d’A Equipe X, formada apenas por mutantes que tem fins militares. Logan (Hugh Jackman) e o selvagem Victor Creed (Liev Schreiber), são dois dos vários escalados. No comando está William Stryker (Danny Huston), que envolve alguns componentes do grupo no projeto Arma X, um experimento ultra-secreto. Entre eles está Logan que serve como cobaia do governo e seu esqueleto é trocado por adamantium.

O filme torna-se chato por qualquer situação ser resolvida em briga, o típico bate primeiro e pergunta depois, tudo para encher o produto de ação e atrair plateias. Quando assistido pela primeira vez o filme agrada, basta alguns minutos pós-sessão para os contras surgirem. E não são poucos: atuações caricatas (inclusive o super-carismático do momento Hugh Jackman), crateras no roteiro assinado por David Benioff e, principalmente, a direção porca de Gavin Hood. Seu único acerto, talvez, esteja na ótima sacada dos créditos.

O longa perde muito de seu brilho por ter personagens demais em cena (a trama não exige tantos mutantes). O mesmo erro cometido em X-men: O confronto final, no qual novos personagens aparecem ao extremo e ficam lá só por ficar. Um exemplo dessa situação é o personagem Gambit (exigido há muito tempo por fãs) que tem uma retratação picareta. O erro ai não está na atuação e sim na construção do personagem pelo roteirista e pela instrução – ou falta dela – do diretor. X-men Origens: Wolverine possui uma apelo comercial bem cara-de-pau. Foi feito justamente para ganhar fortunas ou talvez para satisfazer uma paixonite em interpretar Wolverine.

X-MEN ORIGENS: WOLVERINE
(X-Men Origins: Wolverine, EUA, 2009)
De: Gavin Hood Roteiro: David Benioff Com: Hugh Jackman, Liev Schreiber, Ryan Reynolds, Dominic Monaghan, Lynn Collins, Danny Huston, Daniel Henney, Taylor Kitsch. Aventura. 107 min.

A Mulher Invisível (2009)


As desilusões amorosas sempre foram um prato cheio para o cinema, a música, a literatura etc. Os autores gostam de retratar o tema em pontos de vistas diferentes. A Mulher Invisível parte de uma ideia simples, mas nova. Selton Mello vive Pedro, um raro homem romântico que ainda acredita no conceito do casamento e que se ver depressivo ao ser abandonado por sua esposa. Ao encarar a situação do melhor amigo, Carlos (Vladimir Brichta), que não aceita a possibilidade de que um homem passe toda sua vida ao lado da mesma mulher, leva-o à festas e Pedro passa um tempo relacionando-se com mulheres sem obter nenhum prazer ou sentimento de afeto.

Cansado disso, ele se tranca em casa por meses. Vitória (Maria Manoella), vizinha de Pedro, testemunha silenciosamente seu drama através de um buraco na parede. Até que subitamente alguém bate na porta de Pedro. Trata-se de Amanda (Luana Piovani), sua nova vizinha, que veio apenas lhe pedir açúcar. Com um jeito inocente e ao mesmo tempo sedutor, ela muda a vida de Pedro. Só que tem um problema: Amanda é invisível.

O diretor, roteirista e também produtor Cláudio Torres felizmente sabe utilizar cada personagem, mesmo que às vezes a importância seja mínima. Todo o elenco cria situações engraçadíssimas ao longo da projeção e o principal responsável por isso é Selton Mello, sabendo sempre divertir o público sem parecer algo forçado.

A Mulher Invisível é ótimo para assistir até o desenvolvimento da estória. A conclusão é um tanto clichê, de fato. Torna o filme comercial demais. No entanto, até chegarmos lá já valeu a experiência. O longa é mais um programa típico para dois...

A MULHER INVISÍVEL
(A Mulher Invisível, Brasil, 2009)
De Cláudio Torres Roteiro: Cláudio Torres, Adriana Falcão, Cláudio Paiva e Maria Luísa Mendonça Elenco: Selton Mello, Luana Piovani, Maria Manoella, Vladimir Brichta, Fernanda Torres, Paulo Betti, Lúcio Mauro. Comédia / Romance. 105 min.

Assista ao primeiro trailer de Shutter Island


Os traços de Scorsese estão presentes no trailer. A montagem, neste vídeo, tem o objetivo de criar um trailer de filmes de suspense. Os sustos, a trilha tensa e repentina... No entanto o trailer está ótimo e atrativo, confira:


Ambientada em 1954, a história acompanha dois oficiais federais (DiCaprio e Mark Ruffalo), que investigam o desaparecimento de uma assassina que escapou de um hospital psiquiátrico. A remota Shutter Island, onde o hospital é localizado, se torna então um pesadelo para os dois federais.

Dirigido por Martin Scorsese, o longa estreia por aqui no dia 9 de Outubro.

Dragonball Evolution (2009)


A realidade é que não há nem mesmo o básico do cinema no longa.

Ao completar 18 anos Goku ganha de presente de seu avô, Gohan (Randall Duk Kim), uma bola pequena com a superfície macia e translúcida, chamada esfera do dragão. Dentro dela estão flutuando quatro estrelas. Existem apenas outras seis esferas idênticas, sendo que quem tiver todas em seu domínio terá um desejo perfeitamente realizado. O passado de Goku está relacionado à existência das esferas, mas ele mesmo não o conhece. Grohan promete contar a verdade em seu jantar de aniversário, mas o jovem foge para ir à festa de Chi Chi (Jamie Chung), sua colega de escola. No período em que está ausente uma tragédia ocorre em sua casa, o que faz com que Goku e seus amigos partam para reunir as sete esferas do dragão.

Cresci assistindo na tevê a série animada Dragon Ball e, como era de se esperar, tornei-me um fã ávido pelo anime, apesar de nem mesmo ler um mangá dos personagens de Akira Toriyama. E fã que é fã, não deixaria de animar-se com a notícia da adaptação para os cinemas. No entanto, as bombas vieram logo à tona. A primeira delas foi a direção à cargo de James Wong. O mesmo responsável pelo primeiro e terceiro Premonição. Segundo: a escolha do protagonista Goku sendo interpretado por Justin Chatwin. A divulgação da sinopse foi a gota d'água. Senti-me ofendido por simplesmente destroçarem todo o universo de Dragon Ball (detalhe, eles juntaram até mesmo o nome formando Dragonball). É inaceitável que aja tanta falta de respeito com o público que acompanhou o mangá e o animê. O gozado é que o filme não agrada inguém, fãs ou não, as pessoas saem do cinema iradas pela curta projeção.

A realidade é que não há nem mesmo o básico do cinema no longa. A montagem é tão porca que passa a impressão de um trabalho feito às pressas. A fotografia é de longe a parte mais escrota do lado técnico, há uma cena que não se vê nada mesmo, só vultos. É preciso forçar bem a vista. Talvez um método usado para esconder defeitos. Chatwin é redículo atuando Goku, os únicos que aproximam-se dos personagens são Chow Yun-Fat como o mestre Kame e Emmy Rossum como Bulma. Os outros não possuem instrução do diretor. A história do filme parece uma imitação barata de Homem-aranha. Por um momento achei que o avó de Goku, em seu leito de morte, fosse dizer "Com grandes poderes, vêm grandes responsabilidades". O filme deixa a desejar até mesmo nos efeitos especiais. É preferível que imagine-se outro universo ao assistir Dragonball Evolution, pois é justamente isso que ele é. Dragonball é diferente de Dragon Ball e essa diferença vai além de uma simples junção de nomes.

DRAGONBALL EVOLUTION
(Dragonball Evolution, EUA/Hong Kong, 2009)
De James Wong Roteiro: Ben Ramsey Com: Justin Chatwin, Chow Yun-Fat, Emmy Rossum, Jamie Chung, James Masters, Park Joon, Eriko Tamura, Randall Duk Kim. Aventura. 84 min.

Qual é a Cena - Edição #03

Depois de nove meses o Qual é a Cena? está de volta. A brincadeira que virou mania entre os cinéfilos. Em relação às duas primeira edições eu dificultei bastante, quase não se vê um personagem nas cenas que selecionei, mas se olhar bem vai ver que estão bem fáceis. Então divirta-se (ou não ;-).

"Qual é a Cena?" é uma brincadeira para testar a memória dos cinéfilos. Funciona da seguinte forma: são anexadas imagens e vocês terão de adivinhar o nome do filme e descrever as devidas cenas. Aquele que adivinhar o título do filme e/ou melhor descrever a cena terá seu nome inserido aqui na matéria junto com a descrição. É importante que tenha bastante clareza no objetivo das palavras. O título do filme deve ser exato, não pode faltar um hífen! Cite o nome dos personagens para reforçar sua descrição. Vale lembrar que você pode acertar somente o nome do filme sem descrever a cena.




Crash - No Limite (Weiner)
Cena: "Essa cena aí é a da explosão do carro da Thandie Newton, pouco depois do Matt Dillon tirá-la de dentro dele. Um dos momentos mais emocionantes do filme, que me leva às lágrimas..." (Weiner)




Magnólia (Wally)


Pequena Miss Sunshine (John)
Cena: "Quando a menina está se vestindo para o concurso, e o tio e o irmão dela, vão caminhar na ponte e começam a falar sobre a vida, a escola..." (John)

1ª dica: Um filme odiado por muitos dos cinéfilos;
2ª dica: Um filme amada por boa parte dos cinéfilos;
3ª dica: Faz parte de uma trilogia terminada recentemente;
4ª dica: Ganhou dois Oscars;
5ª dica: Uma cena logo após uma canção.