
É difícil dar qualquer tipo de opinião às séries televisivas, sou pouco conhecedor desse ramo do entretenimento. Porém eu posso dizer uma coisa: sei reconhecer uma obra-prima quando vejo uma e nesta primeira temporada de Dexter ficamos diante de uma obra-prima na TV. Impossível que a trama da série não fisgue você; impossível não deixá-lo viciado com tamanha genialidade. O personagem é tão carismático que o enxergamos como um anti-herói por matar apenas quem merece morrer. O mais interessante é ver como Dexter tenta se adaptar, o quanto ele se esforça para ser humano. É interessante também observá-lo “em ação” com suas vítimas, nestes momentos vemos quem realmente é o Dexter sem fingir ser uma pessoa normal, como ele diz.
Provavelmente seja Michael C. Hall o responsável por tamanha perfeição. Sua atuação é brilhante, sua voz marcante. À propósito, as narrações de Dexter são bem necessárias, só desta forma sabemos o que sua mente de serial killer pensa. O roteiro é tão brilhante e tenso, dá o destaque necessário aos personagens e nunca deixa o protagonista de lado, embora isso seja bem improvável de acontecer. E o humor negro está constantemente presente. A trama é absolutamente envolvente o tempo inteiro, sem falhas, nem deslizes. Nada de exageros. As reviravoltas inesperadas aumentam a tensão do espectador e isto fica evidente no episódio 6 – Return to Sender, onde Dexter vê-se encurralado e sendo observado pelo Ice Truck Killer, mas não por muito tempo.
São impressionantes as revelações mostradas no último episódio da temporada e é claro que o final tinha que terminar com o típico humor negro da série, numa sequência imaginaria – e genial – vivida por Dexter. É importante citar a medonha e já memorável trilha sonora de Daniel Licht. É um trabalho tão rico que está sempre sincronizado com o clima que as cenas mantêm a genialidade De Dexter vai desde o vídeo de abertura até os créditos finais. Ficar dependente da série é 100% de certeza.





Dexter (2006)
Criado por: James Manos, Jr.
Com: Michael C. Hall, Julie Benz, Jennifer Carpenter, Erik King
Showtime/FX Brasil - 55 min.
Provavelmente seja Michael C. Hall o responsável por tamanha perfeição. Sua atuação é brilhante, sua voz marcante. À propósito, as narrações de Dexter são bem necessárias, só desta forma sabemos o que sua mente de serial killer pensa. O roteiro é tão brilhante e tenso, dá o destaque necessário aos personagens e nunca deixa o protagonista de lado, embora isso seja bem improvável de acontecer. E o humor negro está constantemente presente. A trama é absolutamente envolvente o tempo inteiro, sem falhas, nem deslizes. Nada de exageros. As reviravoltas inesperadas aumentam a tensão do espectador e isto fica evidente no episódio 6 – Return to Sender, onde Dexter vê-se encurralado e sendo observado pelo Ice Truck Killer, mas não por muito tempo.
São impressionantes as revelações mostradas no último episódio da temporada e é claro que o final tinha que terminar com o típico humor negro da série, numa sequência imaginaria – e genial – vivida por Dexter. É importante citar a medonha e já memorável trilha sonora de Daniel Licht. É um trabalho tão rico que está sempre sincronizado com o clima que as cenas mantêm a genialidade De Dexter vai desde o vídeo de abertura até os créditos finais. Ficar dependente da série é 100% de certeza.
S01E12 - Born Free (Cena Final) [SPOILERS]





Dexter (2006)
Criado por: James Manos, Jr.
Com: Michael C. Hall, Julie Benz, Jennifer Carpenter, Erik King
Showtime/FX Brasil - 55 min.